Funcionários do Centro de Educação Aguiar Celeghini (CEAC), escola particular localizada na Zona Norte de Juiz de Fora, foram surpreendidos no fim da semana passada com o anúncio do encerramento das atividades da instituição. Durante reunião convocada pela direção, professores e demais trabalhadores foram informados não apenas da demissão, mas também de que as verbas rescisórias só serão pagas caso o terreno da escola seja vendido.
A situação gerou revolta e apreensão entre os profissionais, especialmente por ocorrer às vésperas do Natal e envolver direitos trabalhistas básicos.
17 professores demitidos, sem 13º salário
Em nota, o Sindicato dos Professores informou que 17 docentes foram demitidos, muitos deles sem receber o décimo terceiro salário. Segundo o sindicato, a comunicação feita pela escola não apresentou qualquer prazo concreto para quitação das verbas rescisórias, condicionando o pagamento a uma futura negociação imobiliária.
A entidade acompanha o caso e avalia medidas cabíveis diante da gravidade da situação.
Cerca de 200 alunos afetados por fechamento de escola particular
Além dos trabalhadores, o fechamento do CEAC também impacta diretamente cerca de 200 alunos, segundo relatos de professores. A escola informou que firmou uma parceria com outro colégio particular para absorver os estudantes da Educação Infantil ao Ensino Fundamental II.
No entanto, pais relataram que a mensalidade da nova instituição é mais alta, o que tem causado dificuldades no planejamento financeiro das famílias, especialmente em um período de transição e sem aviso prévio.
Tentativas de contato sem resposta
O Folha JF tentou contato com o Centro de Educação Aguiar Celeghini pelos canais disponíveis ao público. O telefone fixo informado nas redes sociais consta como desligado, o número de celular, que seria utilizado via WhatsApp, não atende, e mensagens enviadas pelo Instagram da escola não foram respondidas até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para manifestação da direção do CEAC.
Funcionários do Centro de Educação Aguiar Celeghini (CEAC), escola particular localizada na Zona Norte de Juiz de Fora, foram surpreendidos no fim da semana passada com o anúncio do encerramento das atividades da instituição. Durante reunião convocada pela direção, professores e demais trabalhadores foram informados não apenas da demissão, mas também de que as verbas rescisórias só serão pagas caso o terreno da escola seja vendido.
A situação gerou revolta e apreensão entre os profissionais, especialmente por ocorrer às vésperas do Natal e envolver direitos trabalhistas básicos.
17 professores demitidos, sem 13º salário
Em nota, o Sindicato dos Professores informou que 17 docentes foram demitidos, muitos deles sem receber o décimo terceiro salário. Segundo o sindicato, a comunicação feita pela escola não apresentou qualquer prazo concreto para quitação das verbas rescisórias, condicionando o pagamento a uma futura negociação imobiliária.
A entidade acompanha o caso e avalia medidas cabíveis diante da gravidade da situação.
Cerca de 200 alunos afetados por fechamento de escola particular
Além dos trabalhadores, o fechamento do CEAC também impacta diretamente cerca de 200 alunos, segundo relatos de professores. A escola informou que firmou uma parceria com outro colégio particular para absorver os estudantes da Educação Infantil ao Ensino Fundamental II.
No entanto, pais relataram que a mensalidade da nova instituição é mais alta, o que tem causado dificuldades no planejamento financeiro das famílias, especialmente em um período de transição e sem aviso prévio.
Tentativas de contato sem resposta
O Folha JF tentou contato com o Centro de Educação Aguiar Celeghini pelos canais disponíveis ao público. O telefone fixo informado nas redes sociais consta como desligado, o número de celular, que seria utilizado via WhatsApp, não atende, e mensagens enviadas pelo Instagram da escola não foram respondidas até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para manifestação da direção do CEAC.







