Anvisa manda recolher protetores solares e repelentes após irregularidades na fabricação

0
5

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão e o recolhimento de protetores solares e repelentes fabricados pela empresa Henlau Química Ltda., após identificar irregularidades graves no processo de produção.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (29) e atinge produtos comercializados sob diferentes marcas, como Sunlau, Wurth e Needs.

Falhas na fabricação dos protetores solares motivaram medida

De acordo com a Anvisa, inspeções realizadas entre os dias 14 e 17 de abril constataram o descumprimento de normas de Boas Práticas de Fabricação, que garantem a qualidade e segurança dos produtos.

Além disso, foi identificado que alguns itens estavam sendo produzidos com fórmulas diferentes das aprovadas, o que levou à adoção de medidas mais rígidas.

Leia também: Anvisa proíbe substância de xaropes para tosse por risco de arritmia grave

Lista inclui repelentes e protetores solares

A resolução determina a proibição de fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso de diversos produtos, além do recolhimento de todos os lotes. Entre os itens afetados estão:

  • Repelente gel baby Amorável
  • Sunlau FPS 30 loção de proteção solar UVA/UVB com vitamina E
  • Protetor solar FPS 30 Wurth
  • Sunlau spray repelente com DEET
  • Needs repelente de insetos com icaridina (spray e gel kids)

Risco envolve perda de eficácia

Segundo a agência, alterações na fórmula podem comprometer a eficácia dos produtos. No caso dos protetores solares, o fator de proteção pode não corresponder ao indicado, aumentando o risco de queimaduras e danos à pele.

Já os repelentes podem deixar de oferecer proteção adequada contra insetos, elevando a exposição a doenças como dengue, zika e chikungunya.

Outras medidas foram adotadas

Além do recolhimento, a Anvisa determinou a proibição de todos os cosméticos fabricados pela empresa e a suspensão da produção de saneantes.

As medidas foram adotadas após a constatação de falhas estruturais e operacionais durante a inspeção, reforçando a preocupação com a segurança dos consumidores.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão e o recolhimento de protetores solares e repelentes fabricados pela empresa Henlau Química Ltda., após identificar irregularidades graves no processo de produção.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (29) e atinge produtos comercializados sob diferentes marcas, como Sunlau, Wurth e Needs.

Falhas na fabricação dos protetores solares motivaram medida

De acordo com a Anvisa, inspeções realizadas entre os dias 14 e 17 de abril constataram o descumprimento de normas de Boas Práticas de Fabricação, que garantem a qualidade e segurança dos produtos.

Além disso, foi identificado que alguns itens estavam sendo produzidos com fórmulas diferentes das aprovadas, o que levou à adoção de medidas mais rígidas.

Leia também: Anvisa proíbe substância de xaropes para tosse por risco de arritmia grave

Lista inclui repelentes e protetores solares

A resolução determina a proibição de fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso de diversos produtos, além do recolhimento de todos os lotes. Entre os itens afetados estão:

  • Repelente gel baby Amorável
  • Sunlau FPS 30 loção de proteção solar UVA/UVB com vitamina E
  • Protetor solar FPS 30 Wurth
  • Sunlau spray repelente com DEET
  • Needs repelente de insetos com icaridina (spray e gel kids)

Risco envolve perda de eficácia

Segundo a agência, alterações na fórmula podem comprometer a eficácia dos produtos. No caso dos protetores solares, o fator de proteção pode não corresponder ao indicado, aumentando o risco de queimaduras e danos à pele.

Já os repelentes podem deixar de oferecer proteção adequada contra insetos, elevando a exposição a doenças como dengue, zika e chikungunya.

Outras medidas foram adotadas

Além do recolhimento, a Anvisa determinou a proibição de todos os cosméticos fabricados pela empresa e a suspensão da produção de saneantes.

As medidas foram adotadas após a constatação de falhas estruturais e operacionais durante a inspeção, reforçando a preocupação com a segurança dos consumidores.

FONTE: GOOGLE NOTÍCIAS