
Focado nova fase de sua vida, Reynaldo Gianecchini decidiu se afastar da TV para priorizar outros projetos, como a peça de teatro “A Herança”, em que atuará ao lado de Bruno Fagundes. A produção aborda a temática LGBTQIA+ e fala sobre o surgimento do HIV.
À Caras, o galã das novelas explicou sobre o espetáculo: “A peça é sobre a comunidade lgbtqia+ e ela fala de uma forma muito sensível sobre essa comunidade, acho super importante. Eu e o brunimos abraçamos [o trabalho] por mil razões, para tentar humanizar também“, disse Giane.
O famoso disse, também, o motivo pelo qual aceitou o convite para participar da montagem, explicando que “é uma oportunidade de levar o tema para o grande público e tirar a comunidade LGBTQ+ de um lugar de pouca visibilidade”. “Agora a gente quer levar [a temática LGBTQ+] para o circuito do mainstream mesmo, para o grande teatro. [A peça] é sobre humanidade, não é só sobre gay. É sobre a gente olhar com humanidade para as pessoas, seja elas quais forem“.
Bruno Fagundes e Reynaldo Gianecchini farão par romântico em espetáculo
O ator Bruno Fagundes contou sobre a produção em que vai protagonizar um par romântico com Reynaldo Gianecchini, além de revelar que realizou um ensaio de 11 horas para “A Herança”. Filho de Antonio Fagundes, ele vai estrear no espetáculo em março.
Sobre a produção, o artista de 33 anos explica que é a peça mais ambiciosa que ele já produziu: “Quando assisti a essa peça, fiquei absolutamente encantando com o texto. Foi uma das experiências teatrais mais intensas e profundas que vivi na vida. É muito raro encontrar uma peça que te toque em tantos níveis. A peça é um recorte da realidade que a comunidade lgbtqia+ de diferentes gerações enfrenta. É um recorte por dentro desta comunidade, que tem diversas possibilidades de existência. É um texto com várias camadas que abordam sexualidade, conversas geracionais, amor, perda, paixão… Fala das heranças dolorosas e positivas herdadas de outras gerações. Saí absolutamente transformado. Quando o espetáculo acabou, vi mães abraçando os seus filhos, muito emocionadas. Se eu puder plantar uma semente, mínima que seja, para que algo parecido com isso aconteça no Brasil, estou cumprindo a função social do meu trabalho como artista“.







